A única constante no universo é a mudança.

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A autodeterminação de Malala

Se há alguém que melhor incarna a autodeterminação é Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que em 2012, e com apenas 15 anos, defendeu publicamente o direito das meninas e das mulheres à educação, arriscando a fúria do regime talibã.
Quando o meu mundo mudou tão subitamente, as minhas prioridades mudaram. Tinha duas opções. Uma era ficar calada à espera de ser morta. E a outra lutar e ser morta. Eu escolhi a segunda. Escolhi falar.
Ainda nos lembramos de ver a notícia na televisão: Malala tinha sido alvejada e foi transferida para um hospital no Reino Unido. Após uma longa recuperação, Malala mostrou-se de novo corajosa e determinada: decidiu contar a sua história, porque não se pode ficar indiferente, é preciso erguer a voz, agir. E Malala diz que vai continuar a sua luta até que todas as meninas possam ir à escola.
A minha história não é única, mas é a de 66 milhões de meninas privadas de educação. É por isso que a conto.
No dia 12 de Julho de 2013, Malala foi convidada a falar nas Nações Unidas e em Dezembro de 2014 recebeu o Prémio Nobel da Paz. Na cerimónia de entrega fez um discurso que nos arrepia e comove. Podemos vê-lo 100 mil vezes que vamos sentir sempre orgulho nesta pessoa que considera a educação uma bênção, uma necessidade e um direito.

 

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